A régua que ninguém tinha usado: o que acontece quando você mede proteína por proteína

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Um pesquisador de Cambridge decidiu responder a uma pergunta que parece simples e não é: qual é, afinal, a melhor fonte de proteína? Em vez de escolher um critério só — o rótulo nutricional, ou a pegada de carbono, ou o preço —, ele juntou oito indicadores numa nota única de 0 a 40 e submeteu vinte alimentos à mesma régua. O que saiu dessa conta reorganizou uma hierarquia que a maioria de nós aprendeu na escola e nunca mais questionou.
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Neste episódio, percorremos o índice de cima a baixo: quem ficou no topo, quem fechou a lista e, principalmente, por que a distância entre os dois extremos chega a ser de cerca de cem vezes em algumas medidas. Também falamos do que quase nunca aparece nesse debate — o critério que dava pontos de graça a um dos lados e mesmo assim não bastou, o único indicador em que os vegetais saem perdendo, e o alimento mais caro da amostra, que talvez não seja o que você imagina.
E há o que o índice ainda não conseguiu medir. O autor é o primeiro a admitir: bem-estar animal, ética, resistência a antibióticos e risco de zoonoses ficaram de fora desta primeira versão. Ele argumenta que, se entrassem, o abismo entre proteínas vegetais e animais ficaria ainda maior. Aperte o play para entender por quê.🎧
👉 Podcast baseado no artigo "O tofu no topo, o cheddar no fundo: o índice que reordenou o mapa das proteínas"
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