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Artigos de cunho filosófico sobre a questão animal.

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pdf A Etica no uso de Animais Popular

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A_Etica_No_Uso_De_Animais.pdf

pdf A filosofia dos direitos dos animais - Tom Regan

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A filosofia dos direitos dos animais.pdf

A filosofia dos direitos dos animais - Tom Regan

Publicado originalmente em 1989, A Filosofia dos Direitos dos Animais, de Tom Regan, tornou-se uma das obras mais influentes do pensamento ético contemporâneo sobre nossa relação com os outros animais. O texto apresenta de forma clara e acessível as ideias centrais que Regan desenvolveu em seu clássico filosófico The Case for Animal Rights (1983), oferecendo ao leitor uma introdução poderosa a uma das teorias morais mais radicais e transformadoras do movimento pelos direitos dos animais.

Escrito em um momento histórico em que o debate sobre a ética animal ganhava força — impulsionado por obras como Libertação Animal de Peter Singer — Regan deu um passo decisivo além do utilitarismo predominante. Em vez de argumentar apenas contra o sofrimento animal, ele propôs algo muito mais profundo: a ideia de que muitos animais possuem valor inerente e são “sujeitos de uma vida”, indivíduos cuja existência importa para eles mesmos e que, por isso, devem ser reconhecidos como portadores de direitos morais básicos.

Essa proposta teve um impacto profundo no movimento moderno de defesa animal. Ao afirmar que a exploração animal não deve apenas ser reformada, mas abolida, Regan deslocou o debate moral para um novo patamar — comparável às grandes lutas históricas contra a escravidão, o racismo e outras formas de discriminação arbitrária. A obra ajudou a consolidar a base filosófica do movimento abolicionista pelos direitos dos animais e continua sendo uma referência essencial para ativistas, filósofos e pesquisadores até hoje.

Mais do que um tratado acadêmico, este texto é um convite à reflexão moral. Com argumentos claros, exemplos históricos e apelos à razão e à compaixão, Regan desafia o leitor a reconsiderar pressupostos profundamente enraizados sobre a superioridade humana e sobre o uso dos animais como recursos. O resultado é uma leitura provocadora, capaz de transformar não apenas ideias, mas também a forma como percebemos nossa responsabilidade ética no mundo.

Esta obra breve tem o raro poder de abrir portas para um debate filosófico que mudou a história do pensamento moral contemporâneo. Ler apenas um resumo não faz justiça à força de seus argumentos. Cada página convida o leitor a acompanhar, passo a passo, uma das mais importantes revoluções éticas do nosso tempo.

pdf A RESPEITO DA POSSIBILIDADE DA CONSCIÊNCIA ANIMAL Popular

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A_RESPEITO_DA_POSSIBILIDADE_DA_CONSCIENC.pdf

A RESPEITO DA POSSIBILIDADE DA CONSCIÊNCIA ANIMAL
Analisa-se aqui a crença básica de que animais, assim como os homens, são capazes de sustentar estados de consciência. Ao abordarmos este espinhoso assunto não se pode deixar de perguntar sobre a existência de critérios para a aferição de tais estados aos animais. A investigação de quais seriam esses critérios e quais suas bases de justificação constitui o escopo do presente artigo.

pdf Abolicionismo e Experimentação Animal Popular

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Abolicionismo_e_Experimentacao_Animal.pdf

Abolicionismo e Experimentação Animal

Resumo: Milhões de animais são submetidos a testes em laboratórios. Os animais são rotineiramente queimados, injetados com substâncias venenosas, stressados artificialmente, infectados com doenças e recebem choques elétricos em muitos casos. É fato irrefutável que os animais sentem dor e, portanto, submetê-los à dor em nosso benefício propõe questões éticas e morais a serem discutidas. Este artigo relata como as leis tratam do assunto no Brasil e como o movimento de abolição animal tem crescido atualmente. Ele fala do nosso dever de reconhecer os direitos dos animais e de levar em consideração seus desejos e necessidades. Termina concluindo que a experimentação animal deve ser abolida e substituída por métodos alternativos. Abstract: Millions of animals are used as test subjects in laboratories. Animals are routinely burned, injected with poisonous substances, artificially stressed, infected with diseases and administered electric shocks in many cases. It is irrefutable fact that animals feel pain and therefore to subject them to pain in order to protect ourselves poses deep moral and ethical questions. This paper relates how animal experimentation is treated by law in Brazil and how animal liberation movement is growing now. It proposes that we must recognize the animal·s rights and give consideration to its desires and needs. It concludes that animal experimentation must be banned and replaced by alternatives methods. SumÆrio: 1 – Experimento com animais e legislação brasileira. 1.2. Leis de crimes ambientais e a experimentação animal. 2. Experimentação animal e a expansão do movimento abolicionista no Brasil. 3-. Ética e bioética. 4- Bioética e abolicionismo animal. 5. Conclusão

pdf Animais como pessoas e dignidade animal Popular

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Animais_como_pessoas_e_dignidade_animal.pdf

Animais como pessoas e dignidade animal
Resumo: Este artigo pretende abordar alguns problemas suscitados pelo uso recente da expressão “dignidade animal”. A atribuição de um valor intrínseco aos animais, feita inclusive por constitucionalistas e bioeticistas, não pode ser vista como uma mera ampliação da noção de dignidade humana, pois envolve (ou deveria envolver) um repensamento do conceito filosófico de pessoa e das ideias de contrato social e de justiça. A aceitação fácil e irrefletida dessa pretensa dignidade, além de deixar sem resposta diversas questões de ordem prática, corre um duplo risco: o de não encontrar o fundamento adequado para a proteção dos animais e o de enfraquecer as razões pelas quais a pessoa humana é considerada, em oposição a tudo que a rodeia, um fim em si mesmo. Além disso, “pessoa” não é um conceito meramente descritivo, mas uma aquisição axiológica. A personalidade é uma categoria ética que surge não de aproximações de capacidades, mas de um reconhecimento recíproco por seres de igual valor. Embora os animais tenham valor, não são reconhecidos como tendo o mesmo valor, um fato que os exclui da ideia de direito, representada pelo imperativo hegeliano ou comando do direito: “Sê uma pessoa e respeita os outros como pessoas”. Palavras-chave: Animais; Pessoa; Ética.

pdf A_etica_animal_em_Peter_Singer_e_Tom_Reg.pdf Popular

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A_etica_animal_em_Peter_Singer_e_Tom_Reg.pdf

A_etica_animal_em_Peter_Singer_e_Tom_Reg.pdf
O artigo aborda a universalização dos direitos dos animais, em relação à teoria da dignidade animal, apresentada por Peter Singer, e a condição moral de existência, analisada por Tom Regan. Assim, em Singer, constrói-se uma ética dos deveres humanos em relação aos animais, vez que defende a existência digna dos animais que, para o douto autor, se assemelha à existência da dignidade do homem. Mas, Singer não é desleixado com sua teoria, de maneira que fomenta, com base em Kant, uma distinção entre animal como ser senciente e homem como ser consciente. Regan sustenta a condição do sofrimento animal em analogia ao sofrimento humano, criando uma teoria do ‘status moral do sofrimento’, como ponto de partida para sua ética animal, já que o animal, bem como o homem, tem os mesmos níveis de empatia, sofrimentos e dignidade moral. Tais enfoques sobre a ética animal são contrapostos ao longo deste artigo; considera-se a condição animal, defendida na Declaração Universal dos Direitos dos Animais, que serve como forma de analisar os níveis de influência teórica sobre a construção desses direitos, além de realizar apontamentos a respeito da recepção desses direitos em território brasileiro. Assim, ao final, de forma tímida, o Brasil tornou-se signatário de tais instrumentos jurídicos internacionais e serão, por meio disso, cotejados contrapontos e analogias à dignidade animal e sua notória condição de ser senciente. Palavras-chave: Dignidade. Sencientes. Direito dos Animais.

pdf BIOÉTICA, ANIMAIS, DIREITO MORAL: CONSIDERAÇÕES À PARTE Popular

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Bioetica_animais_direito_moral_considera.pdf

BIOÉTICA, ANIMAIS, DIREITO MORAL:  CONSIDERAÇÕES À PARTE
Objetivo: Realizar discussão crítico-reflexiva sobre a questão da dignidade dos animais na visão filosófica de alguns pensadores modernos. Método: Análise crítico-reflexiva do pensamento filosófico de pensadores contemporâneos que foram manifestos em entrevistas e documentários disponibilizados em platafor- mas de vídeos, plataformas jurídicas e publicações científicas que embasam a revisão narrativa; além de registro do manifesto de organismos internacionais, legislação brasileira e texto acadêmico de base filosófica que tratam senciência em animais não humanos e ao valor moral que se deva atribuir ou não a eles. Resultados e Discussão: Filósofos moralistas expressaram suas visões bioéticas, particularmente, reconhecendo a senciência em algumas espécies de animais não humanos (especismo discriminatório), defendendo experimentos menos traumatizantes nos experimentos científicos e no abate de animais para alimen- tação; e, mais drasticamente, contra o uso de animais em experiências científicas, alimentação, animais domésticos, recreativos e de quaisquer tipos de produtos de origem animal (abolicionismo animal). Foram feitas considerações sobre a senciência das plantas. Considerações Finais: A senciência em animais e plantas tem sido empiricamente comprovada e o reconhecimento de seus direitos morais é um dever dos humanos. Os ativistas defensores do veganismo e abolicionistas animais, por coerência, na defesa de seres vivos, devem reconhecer às plantas os mesmos direitos que pleiteiam aos animais. Palavras-chave: filosofia; ecocentrismo; senciência.

pdf Brincar, matar, comer: sobre moralidade e direitos animais Popular

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Brincar_matar_comer_sobre_moralidade_e_d.pdf

Brincar, matar, comer: sobre moralidade e direitos animais

O artigo "Brincar, matar, comer: sobre moralidade e direitos animais", de Juliana Fausto, tem uma abordagem reflexiva e crítica sobre as relações entre humanos e animais, discutindo moralidade, justiça, e o lugar dos animais na ética e nos direitos. Apesar de não ser explicitamente um manifesto pró-veganismo, ele adota um viés que questiona práticas humanas como a exploração e o consumo de animais, além de criticar a lógica antropocêntrica.

A autora explora conceitos de moralidade animal, destacando como práticas como a brincadeira entre animais têm relevância moral, e problematiza a exclusão dos animais da esfera dos direitos universais. Há críticas claras ao sistema de produção de carne e ao confinamento de animais, o que ressoa com argumentos comuns no veganismo.

pdf Códigos Morais e os Animais Popular

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Codigos_Morais_e_os_Animais (1).pdf

Códigos Morais e os Animais

O presente artigo é constituído por excertos do livro Tutela Jurídica dos Animais, publicado no ano de 2004, de autoria de Edna Cardozo Dias. Aqui será abordada, de maneira criteriosa e objetiva, a visão que parte significativa das doutrinas religiosas mais influentes da nossa sociedade — em todas as épocas, desde as mais antigas, como o Budismo e o Cristianismo, até as mais recentes, como o Espiritismo — têm em relação à questão dos animais não humanos. A partir disso, será desenvolvida uma análise dos reflexos que tais ideologias legaram à atual situação dos animais que não pertencem à nossa espécie.

documento Em torno do animal e da animalidade, o humano Popular

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Em_torno_do_animal_e_da_animalidade.docx

Em torno do animal e da animalidade, o humano
O texto "Em torno do animal e da animalidade" explora de forma filosófica e interdisciplinar a relação entre humanos e animais, partindo de três categorias principais: o "animal-político", o "animal-simbólico" e o "animal-estético". Através de reflexões baseadas em autores como Aristóteles, Foucault, Giorgio Agamben e Gilles Deleuze, o texto analisa como a linguagem, a cultura e a arte moldaram a visão do humano sobre a animalidade. Também aborda a bio-política e o papel dos animais na construção de símbolos e representações culturais ao longo da história. Por fim, propõe a ideia do "animal-estético" como uma abertura a novas formas de relações éticas e sociais, voltadas para a valorização da coexistência e da reinvenção do humano em harmonia com outras espécies. Ideal para leitores interessados em filosofia, ética animal e cultura.

pdf Etica Animal para os Novos Tempos Pragma Popular

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Etica_Animal_para_os_Novos_Tempos_Pragma.pdf

pdf Etica Animal para os Novos Tempos Pragma Popular

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pdf Ética animal: um novo tempo Popular

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Ética animal: um novo tempo
“(...) entendo o veganismo como uma forma de vida. Enquanto tal, ele não pode estar baseado em uma concepção meramente prescritiva da moralidade, seja ela deontológica ou consequencialista. A adoção de uma forma de vida vegana aponta para uma interpretação da questão moral como relacionada a escolha por uma forma de vida que julgamos valorável, ou seja, uma forma de vida na qual identificamos nossos principais valores e com a qual nos identificamos positivamente, enquanto pessoas.” Maria Clara Dias “O próprio movimento em prol dos animais, do qual faço parte junto com os demais autores deste texto e colegas deste livro, até hoje, sofre diante da solidificação e engessamento de um discurso tradicional, conservador e antropocêntrico que descaracteriza as demandas dos animais não-humanos e de uma defesa filosófica antiespecista consistente. Nos caberá enquanto movimento enfrentar esses muros sem reproduzir velhas armadilhas contra outros grupos subalternizados historicamente. Será que conseguimos? Fabio A. G. Oliveira

pdf Ética como combustível para o avanço científco Popular

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Etica_como_combustivel_para_o_avanco_cie.pdf

Ética como combustível para o avanço científco
O objetivo deste trabalho foi destacar os esforços da comunidade científica brasileira, para se adequar à mudança do conceito de status moral de seres não humanos ocorrida sobretudo no século XX. A doutrina cartesiana que justificou, no século XVII, o uso indiscriminado de animais para as necessidades humanas, inclusive para experimentos científicos, foi confrontada por novas abordagens que definiram os animais como seres sencientes e autônomos, merecedores de consideração e dignos de respeito. Atualmente, aceita-se amplamente que o respeito aos animais é necessário. Embora nossa legislação nacional sobre experimentação animal não expresse de maneira satisfatória este conceito de status moral, ele está na presente da comunidade científica, por meio de esforços e práticas que visam a substituição dos modelos animais in vivo por técnicas baseadas em modelos in vitro e in silico. Quando a substituição completa não for possível, deve-se reduzir ao mínimo o número de animais para uso em experimentos e seu sofrimento deve ser abrandado, de acordo com o princípio dos 3Rs – dos termos em inglês reduction, refinement and replacement – que significam redução, refinamento e substituição.

pdf Etica da Experimentação com Animais Popular

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Etica da Experimentação com Animais
A questão que aqui nos ocupa é objeto de um debate acalorado. A controvérsia a respeito da ética da experimentação com animais (daqui em diante, apenas "experimentação animal") não gira em torno do valor do seu fim (promover a vida/saúde humana), mas, em vez disso, reside na legitimidade dos meios para se atingir esse fim (pelo uso de animais). Entretanto, a despeito da rivalidade fortemente pautada entre a comunidade biomédica e os pensadores da defesa animal (chamados aqui de "animalistas") no que tange ao uso do modelo animal, há alguns pontos de acordo entre as partes. Os pontos de convergências seriam os seguintes: poucas pessoas negariam que o fazer ciência consiste em um empreendimento humano fundamental e necessário, e que é devido à ciência biomédica que há menos sofrimento e morte (humana) no mundo. Poucos cientistas negariam que, se a pesquisa com animais acaba por prejudicar tais criaturas e se seu propósito é a melhora da vida humana, o tema, por sua natureza, levanta questões éticas. Poucos pesquisadores também diriam que a palavra "sofrimento" não se aplica ao reino animal. Não é por outra razão que as pessoas se horrorizam ao ver animais vivos com cabeças abertas, grampos no corpo e coisas do gênero. Por fim, poucos discordariam que a promoção da vida/saúde humana é uma tarefa extremamente importante. Sobre este pano de fundo, cabe agora situar o terreno onde se dará a análise empreendida a seguir. Podemos dizer que o debate a respeito da ética da experimentação animal envolve dois fatores determinantes: (i) Validação empírica dos argumentos científicos. (ii) Diferenças de premissas éticas.


O foco deste ensaio ficará restrito ao segundo desses dois tópicos. Em outras palavras, ele passará ao largo da tese de que a pesquisa em animais produz conhecimento valioso, cuja aplicação ao caso humano pode ser generalizada, ou, ao contrário, se o modelo animal é uma representação cientificamente inadequada do que poderia ocorrer conosco. Portanto, a análise não se debruçará sobre os dados estatísticos que, supostamente, dão apoio à pesquisa (segundo os pesquisadores) ou a derrubam como modelo útil na investigação biomédica (segundo os animalistas). Trataremos, em vez disso, apenas dos marcadores de natureza ética dessa discussão.1 Como na maioria dos debates sobre as diversas áreas a respeito das quais a Ética Animal teria algo a dizer, encontraremos uma coleção de posições aparentemente irreconciliáveis, cujos adeptos quase sempre as tomam como verdades autoevidentes e irrefutáveis. Ocorre que muitos dos pontos que perpassam essa discussão estão implícitos, sejam eles de concordância ou de discordância. Este ensaio não pretende incendiar esse debate com novos argumentos, mas, antes, trazer alguma clareza a ele, iluminando os pontos cegos do tema e identificando as premissas subjacentes às divergências de opinião. O objetivo aqui é fornecer um mapa filosófico dessa discussão em benefício daqueles que se acham envolvidos nela, de uma forma ou de outra. Dito isso, a questão de fundo que pautará toda a nossa análise pode ser formulada da seguinte maneira: se testar uma nova substância química em um olho de uma pessoa amarrada é considerado imoral, o que justifica usar um coelho para isso? Se infectar alguém à força para descobrir a cura da malária é proibido segundo os princípios da Bioética (médica), por que é permitido fazer isso com um primata?

pdf Etica do Entretenimento com Animais Pets Popular

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Etica do Entretenimento com Animais Pets

A obra "Ética do Entretenimento com Animais: Pets, Zoológicos, Circos e Rodeios" de Carlos Naconecy aborda a questão moral do uso de animais para o entretenimento humano. O autor questiona se é eticamente justificável submeter animais a práticas que não atendem a uma necessidade essencial, mas a um capricho. Naconecy reflete sobre a história da domesticação animal e como a relação entre humanos e animais evoluiu para o uso de pets, a criação de zoológicos, a performance de animais em circos e a participação deles em rodeios e competições. Ele destaca que, ao longo da história, os animais foram retirados de seus ambientes naturais, sendo confinados e controlados por seres humanos, o que levanta questões éticas profundas sobre privação de liberdade, sofrimento físico e psicológico.

O livro é estruturado em torno de diferentes abordagens éticas. A primeira é a ética utilitarista, que propõe que o uso de animais só seria justificável se os benefícios superassem os danos, o que geralmente não acontece no entretenimento. Em seguida, ele aborda a ética deontológica, que argumenta que os animais têm direitos inerentes e não devem ser tratados como meios para o prazer humano. A obra ainda explora os impactos psicológicos e físicos nos animais em cativeiro e nos esportes e, finalmente, examina as mudanças na percepção pública sobre o uso de animais para fins recreativos.

Naconecy oferece uma visão crítica e reflexiva sobre a moralidade dessas práticas, instigando o leitor a reavaliar a relação entre humanos e animais à luz da ética contemporânea. Ele conclui que, embora alguns argumentem que animais em cativeiro têm vidas mais longas e seguras, isso não justifica a perda de sua liberdade e o sofrimento imposto a eles.

pdf Etica e Animais Reflexoes Desde O Imperativo da Alteridade Popular

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Etica_e_Animais_Reflexoes_Desde_O_Impera.pdf

Etica e Animais Reflexoes Desde O Imperativo da Alteridade
O artigo tem como objetivo propor a viabilidade de uma proposta de ética que con- temple os animais não-humanos como “interlocu- tores” possíveis de um modelo ético mais geral a partir da inspiração da ética da Alteridade de E. Levinas. PALAVRAS-CHAVE – Ética. Animais. Racionali- dade. Alteridade

pdf Ética e os animais Popular

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Ética e os animais
O documento intitulado "Ética e os animais" explora as principais correntes filosóficas que tratam das relações éticas entre humanos e animais. Ele discute como a domesticação impactou profundamente a humanidade e a vida animal, argumentando que devemos considerar princípios éticos ao nos relacionarmos com os animais, tanto de companhia quanto de produção.

Entre as teorias éticas analisadas estão o contratualismo, o respeito pela natureza, a perspectiva relacional, o utilitarismo e os direitos dos animais. O texto explora como essas teorias guiam a nossa compreensão sobre o valor moral da vida animal, o bem-estar dos animais e quais seriam nossas obrigações éticas para com eles. Também discute como essas visões influenciam práticas como o uso de animais na ciência, a eutanásia e a produção pecuária.

Além disso, o documento utiliza a eutanásia como estudo de caso para ilustrar como as diferentes teorias éticas podem chegar a conclusões variadas. O texto finaliza afirmando que, embora a ética em relação aos animais seja cheia de contradições, a forma como tratamos os animais reflete nossa própria humanidade.

pdf Humanidade_estendida_A_construcao_dos_an.pdf Popular

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Humanidade_estendida_A_construcao_dos_an.pdf

Humanidade_estendida_A_construcao_dos_an.pdf
Resumo Humanidade estendida: a construção dos animais como sujeito de direitos Ana Paula Perrota Franco Orientador: Prof. Dr. Jean-François Véran Resumo da Tese de Doutorado submetida ao Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia, Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Doutor em Ciências Humanas. Nos últimos anos é possível observar no Brasil e em diferentes países mobilizações políticas que defendem os “direitos dos animais”. Trata-se de movimentos que são contrários a qualquer tipo de utilização dos animais para fins de satisfação dos humanos, reivindicando o fim de toda “exploração animal”. Para tanto, esses grupos se mobilizam principalmente a fim de que os animais sejam incluídos na mesma comunidade moral que os humanos e sejam considerados sujeitos de direitos. Uma parte dessas mobilizações é realizada por professores/ pesquisadores e membros do ministério público que se engajam na elaboração da ética e do direito animalista. Ao focalizar a ação desses atores, o objetivo dessa tese foi o de compreender a elaboração de uma política multiespécie, que visa conferir aos animais a mesma consideração moral atribuída aos humanos. A escolha desse tema tem como referência a discussão antropológica sobre a relação entre natureza e cultura que problematiza a classificação ontológica desses pares conceituais, tendo em vista sociedades que atribuem a eles um significado diverso da classificação moderna. Nesse caso, se o estudo dessas sociedades permite “relativizar o exótico”, a escolha dos defensores dos animais, que colocam em cheque a moderna separação entre natureza e cultura, nos permite “estranhar o familiar”. Portanto, essa tese tratou de um projeto político que analisa criticamente a hierarquia entre seres humanos e animais como valor moderno para pensar o seu oposto que é igualdade entre os viventes. A observação dos fundamentos acionados pelos defensores para conferir legitimidade à ética e ao direito animalista mostrou que esse esforço de igualdade consiste na extensão da condição moral humana aos animais. A utilização do humanismo como parâmetro para a reivindicação do direito dos animais nos permitiu falar de pós-antropocentrismo ao invés de pós-humanismo, uma vez que o descentramento em questão diz respeito não ao humanismo como valor, mas a espécie humana como única entidade biológica merecedora de pertencer à comunidade política. Palavras-chave: direito dos animais, antropologia da natureza, natureza e cultura, antropologia e sociologia da moral.

pdf John Dewey e a ética da experimentação animal Popular

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John Dewey e a ética da experimentação animal

O artigo apresenta uma discussão pragmatista sobre a ética da experimentação animal a partir da filosofia de John Dewey, explorando a possibilidade de uma deliberação moral antiespecista. Embora o texto reconheça aspectos especistas no pensamento de Dewey, como sua defesa parcial da experimentação animal em benefício do progresso humano, também ressalta caminhos para reconsiderar essas práticas de forma ética, promovendo o bem-estar de seres sencientes.

O artigo utiliza conceitos como antiespecismo, senciência e pragmatismo para questionar o especismo antropocêntrico e propor abordagens éticas mais inclusivas. Ele cita filósofos como Peter Singer e outros pragmatistas contemporâneos que advogam por mudanças éticas em prol dos animais não humanos.